Muito prazer, eu sou a Ana.
Quem está na plateia muda tudo.
Palestras, talks, entrevistas, podcasts… A fala certa para o seu público ainda não foi escrita porque ainda não conversamos.
Conte-me quem estará lá e o que você busca, e eu construo a fala certa para esse momento.
Por que eu?
Porque eu não tenho uma palestra pronta na gaveta, esperando por qualquer público, só faltando trocar o nome da empresa. Este é o meu diferencial: eu trabalho antes, durante e depois. Antes, para entender o que aquele público específico precisa ouvir para se mover de verdade. Durante, para oferecer uma conversa, uma troca, uma interação real com quem está na plateia, não uma apresentação genérica repetida palco após palco. E depois, para que as pessoas saibam que têm a quem recorrer, se precisarem.
O que dizem sobre o meu trabalho
Convidamos a psicóloga Ana Lúcia Palma para facilitar o Workshop: A Percepção do Oficial de Justiça sobre sua Profissão, com o intuito de reduzir queixas e melhorar as condições de trabalho. Foi uma jornada muito produtiva, pois ela conseguiu clarear incômodos que estavam silenciados e, depois de suas intervenções, o grupo destravou várias iniciativas relevantes. Conseguimos construir algo relevante para a Unidade.”
Danila Muniz Pinto, SEDER, Justiça Federal do DF
“Recebemos Ana Lúcia no projeto ‘Decola, Garota!’, que fortalece mulheres em suas jornadas profissionais, por dois anos seguidos. Com fluidez e leveza, ela compartilhou conhecimentos e vivências que reacenderam nossos sonhos e crenças. Até hoje seguimos impactadas por aquele momento.”
Liécia Costa, Escola de Negócios do Atacado, Caixa Econômica Federal
“Convidei a psicóloga Ana Lúcia Palma para uma live na véspera do concurso da Câmara dos Deputados, pois sabia que os candidatos estavam ansiosos. O impacto foi enorme: muitos enfrentaram a prova com mais tranquilidade e relataram que sua mensagem – de que um concurso não define quem somos – fez toda a diferença.”
Thiago Rodrigues de Melo, Consultor Legislativo da Câmara dos Deputados
“Ficamos impressionados com a sua dedicação. A palestra abordou todos os temas possíveis, e o retorno da equipe foi tão bom que topamos dar um jeito para trazê-la de volta, mesmo com as férias batendo à porta. Já estamos pensando em aprofundar temas como saúde mental e como trabalhar sob pressão numa próxima vez.”
Inge Melzer, Equipe de Marketing do Parque Nicolândia
Se for por falta de assunto...
Se você já sabe exatamente o que precisa, ótimo, vamos direto ao ponto. Se ainda não sabe, aqui vão alguns temas que desenvolvo, e que costumam abrir a conversa certa. Muitos desses temas, comunicação, sobrecarga, relações de poder, esgotamento, são hoje pauta obrigatória por causa da NR-1.
- Liderança em ambientes de alta pressão
- Cultura de comunicação e cooperação entre equipes
- Prevenção ao burnout e sustentabilidade emocional
- Gestão de gerações e etarismo nas organizações
- Diversidade, pertencimento e relações de poder
- Família X Trabalho: o peso invisível da dupla jornada
- Câncer: os impactos no trabalho de quem recebe um diagnóstico
- Convenções e premiações internas, para servidores, diretores e equipes
- Aula inaugural ou recepção de novos agentes do serviço público
- Autoestima, imagem pessoal e redes sociais
O que fica
Uma boa fala não termina quando acabam os aplausos. Ela fica reverberando dentro da pessoa, provocando reflexões e mudanças, atingindo os pontos que pudemos prever, mas também aqueles que nem imaginávamos que iríamos mover.
Quer saber mais sobre a minha proposta de fala pública? Leia abaixo.
Antes do tema, os motivos
Cada participação minha em eventos, seja palestra, podcast, entrevista ou qualquer outro formato ou canal, é construída a partir do lugar em que vai acontecer, das pessoas que estarão ali e das questões que levaram a pensar na minha presença.
Não trabalho com uma apresentação pronta à qual apenas acrescento o nome da instituição.
Durante décadas eu circulei por universos institucionais, do setor público ao mercado financeiro, da vida acadêmica ao esporte de alto rendimento, dos gabinetes de recursos humanos ao consultório de psicoterapia.
Aprendi nesses ambientes a reconhecer algo que sempre se repete: quando uma equipe trava, muitas vezes há uma disputa por espaço, reconhecimento, visibilidade, cargo ou gratificação.
Disputa quase sempre agravada por uma comunicação que já não consegue sustentar a cooperação.
Certa vez, em uma palestra sobre comunicação não violenta, perguntei se havia, naquela instituição, alguma orientação para que as pessoas cooperassem entre si. Silêncio absoluto. Repeti a pergunta. Uma voz baixa, no fundo da sala, respondeu: “Tem, mas tá em falta”. E vi muitas cabeças acenando em concordância.
Quem manda, quem obedece, quem é ouvido, quem se cala. Essas dinâmicas inutilizam reuniões, esvaziam a motivação e empurram gente boa para fora.
Ao construir uma fala, quero atingir o problema que circula entre as pessoas, mesmo quando o tema formal da palestra tem outro nome.
Seja qual for o motivo que levou a minha presença àquela plateia, eu guardo um objetivo pessoal.
Quero que as pessoas saiam se sentindo melhor do que entraram, com vontade de dar continuidade ao que conversamos.
Que tenham esperança em si mesmas, nos colegas e na instituição, e se sintam capazes de fazer um pouco de esforço para contribuir com o bem-estar de todos.
É preciso falar a língua de quem vai ouvir
Meu trabalho começa com uma conversa cuidadosa com o contratante. Quero compreender o que motivou o convite, quem estará presente e o que precisa continuar reverberando depois que a participação terminar.
Procuro estudar e conhecer o contexto: como aquela instituição funciona, quais relações organiza, que linguagem utiliza, quais conflitos enfrenta e o que espera provocar com o encontro.
Desse universo, colho elementos que sejam familiares aos ouvintes, vocabulário, cultura, hábitos, preocupações, para criar um eixo mestre que conduzirá o meu raciocínio.
Por exemplo, em um parque de diversões, os próprios brinquedos ajudam a pensar sobre medo, risco e controle. Mas revelam também camadas de segurança sustentadas por confiança: a confiança de que o colega verificou o equipamento antes de operá-lo, a confiança do visitante, que nem imagina toda a manutenção por trás daquele brinquedo, mas sobe nele assim mesmo.
No Judiciário, a terminologia, os ritos, as responsabilidades e as hierarquias institucionais abrem outros caminhos para discutir relações humanas.
Em um restaurante, a ficha técnica de cada prato, os ingredientes na medida certa poderiam mostrar como precisão e cuidado ficam invisíveis quando o prato chega à mesa, ou como uma confusão entre salão e cozinha pode botar tudo a perder.
Em uma organização militar, as exigências relativas à disciplina, questões de autoridade, senso de grupo e de missão podem dar o tom da conversa.
Os exemplos são tão numerosos quanto as possibilidades de público.
Uma vez conhecido o campo vivencial da plateia, é hora de dar forma à fala: escolher vocabulário adequado ao público, figuras de linguagem e, eventualmente, materiais lúdicos que possam ajudar a organizar o pensamento e aproximar temas complexos da experiência cotidiana de quem vai ouvir.
Dentro do tempo disponível e do formato combinado, defino o ritmo, a linguagem, os recursos visuais e o grau de participação do público, buscando sempre as oportunidades de estabelecer uma interação livre e participativa, de construção conjunta com a plateia.